sexta-feira, 5 de julho de 2013

Na Guerra do Ultramar - Francisco Daniel Roxo



 









Uma história sobre um dos meus Heróis de sempre



«  O lendário Comandante Roxo  »

                                                                                                                                                    




Com a ajuda de inúmeros documentos
que se podem encontrar na Internet,
vão encontrar aqui os seguintes assuntos:

-Cronologia
      Nascimento
      Morte aos 43 anos

-Genealogia
-Em Moçambique
-Na África do Sul, Namíbia e Angola

-Links consultados






Cronologia


Nascimento:
1 de Fevereiro de 1933 em Trás-os-Montes, Mogadouro, Bragança.

Morte aos 43 anos:
23 de Agosto de 1976 nas margens do rio Okavango, Angola




Genealogia

 

 

Foto de família tirada entre 1938/1940 em Mogadouro



Na fila de trás:
da esq p a dta: Daniel, Alípio (irmão), Guarda Fiscal Francisco Roxo (o Pai de Daniel) Silvano (irmão).

Na fila da frente:
de esq p a dta: Laura (uma prima) Tia Elvira (mãe de Laura) Ana Clemente ( madrasta) Desconhecida e Alfredo.

Pai: Francisco da Ressureição Roxo
Mãe: Justina de Jesus Vilares
Madrasta: Ana Clemente
Irmãos: Silvano do Nascimento Roxo / Alípio José

Casado com uma Moçambicana.
Tinha seis filhos.




Em Moçambique


Foi para Moçambique em 1951 onde foi caçador profissional até 1962, principalmente no Niassa, no Noroeste, actividade que o fez conhecer especialmente bem não só as gentes como o terreno, onde se movimentava com enorme facilidade.



Brasão do Governo do Niassa 

Grande observador e conhecedor dos hábitos e modos de vida das gentes que ali viviam, caçador exímio com conhecimentos profundos da fauna e da flora moçambicanas, era dotado de qualidades natas de liderança e por isso respeitado e admirado. Falava fluentemente diversos dialectos locais.

Entre 1962 e 1964 as autoridades portuguesas, com o intuito de conhecer melhor o inimigo que já combatiam, a Frelimo, criam um sistema de informações específico que consistiu na criação de três brigadas da caça com 20 a 30 soldados cada, à paisana, com documentos falsos que se deslocavam em jipes com matrículas também falsas.





Uma dessas brigadas foi entregue ao Francisco Daniel Roxo. Tinha base em Vila Cabral, onde vivia com a mulher e seis filhos. Operava em todo o Niassa, até à fronteira Norte, o rio Rovuma. 
























Daniel Roxo e dois dos seus seis filhos, na scsa de Vila Cabral.



Outra das brigadas foi entregue ao Orlando Cristina, mais tarde braço direito do Eng Jorge Jardim, Pai da Cinha Jardim. Tive o privilégio de jantar com o Eng Jorge Jardim na Beira, final dos anos 50, em casa dos meus primos Saul e Aida Brandão, naturais de Arganil, terra da minha Mãe. Saúl Brandão foi um grande empresário na cidade da Beira onde, entre outras actividades, construiu e explorou o emblemático Hotel Embaixador, foto abaixo:




(Ver na história "Portugueses mais ou menos esquecidos" uma breve resenha sobre o Eng Jardim e outros dois notáveis esquecidos da nossa História, Tenente Coronel Marcelino da Mata e D. Francisco de Bragança Van Uden).

Voltando ao Comandante Roxo, naquelas brigadas limitavam-se, aparentemente, a fazer o que sabiam e faziam bem, caçar.

Viviam em acampamentos, vendiam o produto da caça, recebiam turistas americanos pagantes, comerciavam marfim e eram autónomos, não dependendo de ninguém.

E iam simultaneamente recolhendo preciosas informações, afinal o fim último a que se destinavam.

Esta actividade foi cancelada ao fim de uns três anos.

 
 










E a partir de 1964 o Francisco Daniel Roxo organiza um grupo de forças especiais, uma milícia, exclusivamente formada por moçambicanos negros, 30 elementos, actuando como contra guerrilha para combater a Frelimo à margem das regras convencionais.

Uma força militarizada semiclandestina com o apoio das autoridades civis e militares, obviamente.

São muitas as histórias que a partir daí se contam dele tornando-o uma espécie de lenda, um personagem mítico.




O "Fantasma da Floresta" ou o "Diabo branco" (epíteto dado pela Frelimo) são alguns dos nomes pelos quais ficou conhecido.



Texto ampliado da imagem acima:





















A sua progressão no terreno, sem viaturas, em missão, era simplesmente inacreditável.



















 


Ao Jornalista Moçambicano Guilherme José de Melo, falecido no mês de Junho de 2013, numa entrevista, Francisco Daniel Roxo disse:

- Ando sempre a pé com os meus rapazes. Sou contra as deslocações em viaturas: perde-se muito tempo, sabe?




Antes de eu o conhecer, em condições únicas, já admirava as suas capacidades excepcionais na contra guerrilha. Toda a gente em Moçambique conhecia o Comandante Roxo!






Um dia, em 1968, estava eu na “Base Aérea” em Vila Cabral quando me aparece um sujeito de pequena estatura, com ar de missionário, que se me dirigiu e se apresentou.

Para grande espanto meu… Era o Comandante Roxo!


 


E ao que vinha? Nem mais nem menos que pedir-me, particularmente (como se isso fosse possível…) para o levar num avião T6 – eu era Sargento Miliciano Piloto da Força Aérea em comissão de serviço como voluntário na Guerra do Ultramar – para ele ver algo que lhe interessava. Mas tinha que ser uma coisa discreta e sem mais interferências.

Ou seja, eu teria que o levar sem dar oficialmente cavaco a ninguém.

O impossível tornou-se instantaneamente possível e foi combinado o dia e a hora.





Um T-6 na zona de Vila Cabral, 1967



O voo foi obviamente feito naquelas condições (com a óbvia anuência das minhas chefias militares) com a máxima descrição e o Comandante Roxo, com muito poucas palavras, lá me levou aonde queria, viu o que quis e ficou satisfeito.


Acho que eu mais do que ele…









Era um homem simples, afável, com quem criei logo uma grande empatia o que o levou a contar-me alguns episódios recentes da sua actividade.










Fiquei assim a saber, por exemplo, que por represália por um dos seus combatentes ter sido ferido por um elemento da Frelimo num acto cobarde, traiçoeiro, resolveu ele mesmo capturar esse elemento, pessoalmente e sem ajuda.

Localizado o paradeiro do homem em questão foi no seu encalce e descobriu-o no fundo de uma ravina, num frondoso bosque, à beira de um rio, a pescar na companhia de um miúdo. Provavelmente o filho, não me lembro já de todos os pormenores

Conversavam os dois calmamente sem se darem conta da presença dele.

Com as artes de que era exímio e constante praticante, o Comandante Roxo conseguiu aproximar-se deles sem ser detectado e com dois toques no ombro daquele tranquilo homem, apresentou-se...



Nunca mais tive contacto directo com o Comandante Roxo.











Embora não sendo militar, pelo seu desempenho na contra guerrilha recebeu do Estado Português duas Cruzes de Guerra a primeira em a 10 de Junho de 1968, em Lourenço Marques (Maputo) e uma Medalha de Serviços Distintos.























A Cruz de Guerra que o Comandante Roxo recebeu foi a primeira entregue a um civil.












 

 Medalha de Serviços Distintos








Página principal do mais prestigiado jornal diário de Moçambique



Na África do Sul, Namíbia e Angola 



Depois da independência de Moçambique, alistou-se no exército da África do Sul, South African Defence Force, já com 41 anos.


Depois de passar por um curso de selecção, juntou-se ao 1 Reconnaissence Commando como Special Forces Operator. Já qualificado, foi integrado no Batalhão 32 como Comandante de Pelotão, era o S.Sgt Daniel Roxo.

Os operacionais do  Batalhão 32 eram conhecidos por “Os Bufalos” ou “Os Terríveis

Foi então colocado num grupo de operações especiais que actuava em Angola, através da Namíbia.

 
Emblema do Batalhão 32


Só no primeiro reconhecimento abateu (sozinho) 11 inimigos a tiro.

Notabilizou-se especialmente na Operação Savana, no sul de Angola, na luta contra o MPLA e os seus aliados cubanos, em Dezembro de 1975.


A ele e a outros, poucos, portugueses se deve a grande vitória da Ponte 14 (Dezembro de 1975 - no rio Nhia) em que milhares de cubanos e soldados do MPLA foram clamorosamente derrotados pelo Batalhão 32.



A sua acção neste combate foi de tal modo épica que as chefias propuseram que fosse condecorado.

Recebeu a HONORIS CRUX, cujo certificado aqui se reproduz:







Foi o primeiro não Sul-Africano a receber tão alta condecoração


Durante o combate os portugueses do Batalhão 32 sofreram quatro mortos.

Os Cubanos e o MPLA perderam mais de 400 homens, embora o número exacto seja difícil de determinar pois, como a BBC mais tarde informou, camiões carregados de cadáveres estavam constantemente a sair da área em direcção ao norte. Entre os Cubanos mortos estava o comandante da força expedicionária daquele país, o Comandante Raul Diaz Arguelles, grande herói da Cuba de Fidel. E note-se, sem a intervenção de meios aéreos, só com apoio da artilharia.

Foi cronologicamente o último grande combate em que soldados portugueses (no século XX) se bateram.

Trata-se de um combate que nas nossas Academias Militares não foi estudado (nem sequer conhecido), mas que pelas inovações tácticas e emprego de pequeníssimos grupos de comandos deu resultados bem inesperados (para os cubanos, é claro). No entanto era estudado nas academias russas, russas, britânicas e americanas (algumas).

De:
Daniel Roxo

No dia 23 de Agosto de 1976 o Comandante Roxo morreu em combate

Durante uma acção de combate perto do rio Okavango, o seu Wolf (um carro anti minas semi-blindado) detonou uma mina anti-tanque e foi atirado a grande altura, matando vários homens e esmagando o Comandante Roxo debaixo dele, pela cintura.

O resto da guarnição tentou levantar o veículo para o libertar mas era demasiado pesado, estando além disso debaixo de fogo inimigo.

Breytenbach, antigo comandante dos Búfalos, no seu livro "Eles vivem pela Espada" - "They Live by the Sword", pp. 105, escreveu:

<< Danny Roxo, mantendo-se com o seu carácter intrépido, decidiu tirar o melhor partido das coisas, acendendo um cigarro e fumando-o calmamente até que este acabou e então morreu, esmagado debaixo do Wolf. Ele não se tinha queixado uma única vez não tinha dado um único gemido ou grito, apesar das dores de certeza serem enormes. >>

O Comandante Roxo foi condecorado com a PRO PATRIA MEDAL, (Cunene Clasp) bem como com a Southern Africa Medal, postumamente.

Deixou uma viúva e seis filhos.

A mina que vitimou o Comandante Roxo matou também os Portugueses Ponciano Soeiro e ainda Carlos Ribeiro.

Ponciano Soeiro era ex-comando e operacional dos Flechas. Acabou por morrer pouco depois num hospital de campanha para onde foi evacuado..


Fazia também parte do Batalhão 32 um outro Português, José Ribeiro, irmão deste Carlos Ribeiro, que foi encarregue de dar a notícia à mãe da morte do filho mais novo.

Era natural da Guiné onde combateu o PAIGC como Paraquedista. Quando o seu antigo Comandante Coronel Costa Campo formou os Grupos Especiais Paraquedistas em Moçambique, ele foi aí integrado. Depois do 25 de Abril seguiu as pisadas do Comandante Roxo na África do Sul.


Tragicamente este irmão mais velho, o José Ribeiro morreu dois dias depois num acidente de viação, num transporte de feridos em combate. O condutor da viatura, um Tenente, foi condenado a 4 anos de cadeia.


As mortes de Daniel “Paulo” Roxo, Jose “Robbie” Ribeiro e Ponciano “Silva” Soeiro e Carlos “Little Robbie” Ribeiro` foram um grande golpe não só para o Reconnaissance  Commando e o 32 Battalion mas também para a South African Defence Force em geral dado o alto grau de eficiência e experiência destes quatro Portugueses.

Este trágico período de tempo ficou conhecido como  “Black August”.

Francisco Daniel Roxo, José Correia Pinto Ribeiro e Ponciano G. Soeiro foram enterrados em Voortrekker Hoogte (Pretoria) em campa rasa, sem grandes cerimónias.

Quase trinta anos depois das suas mortes dois acontecimentos importantes relevam o quão marcante foram no seu tempo e como a República da Africa do Sul, pós Apartheid, reconhece os "seus" mortos.

Assim, no dia 23 de Agosto de 2005, 60 amigos, representantes da Comunidade Portuguesa na África do Sul e ex-colegas do 1st Reconnaissance Commando e do Batalhão 32, juntaram-se em Voortrekker Hoogte, Pretória, no cemitério de Thaba Tshwane, para homenagear e prestar tributo aos portugueses ali enterrados.

Numa lápide negra descerrada pelo Major General Fritz Loots (na reserva), First Officer Commanding South African Special Forces, estavam inscritos os nomes daqueles portugueses caídos na luta contra as forças pro comunistas do MPLA e Cuba no Sul de Angola numa altura em que tantos portugueses foram forçados a abandonar o território e em véspera de uma sangrenta guerra civil que durou duas décadas.

 A lápide coberta com a bandeira das Forças Especiais da África do Sul

Simultaneamente foram trasladados os restos mortais daqueles portugueses que estavam enterrados em campa rasa.

Na cerimónia estiveram presentes militares, imprensa portuguesa, diplomatas e outros, sendo a patente mais alta o General Fritz Loots, ex-comandante em Chefe das Forças Especiais e, mais tarde, o Chefe da Inteligência Militar sul-africana.


 Lt Col Sybie van der Spuy

Uma representante da Embaixada de Portugal, a chefe da chancelaria Margarida Rosas de Oliveira fez a entrega de uma coroa de flores em nome de Portugal. Foto abaixo:


Toda esta situação foi envergonhadamente desenvolvida a nível oficial, afirmando o Embaixador de Portugal em Pretória João Barbosa que não foi "previamente consultado" para dar o aval oficial à cerimónia. De outro modo  "teria que ponderar a presença” oficial de uma representação portuguesa e "informar o Ministério dos Negócios Estrangeiros antes de tomar uma decisão".

Tudo isto isto porque aqueles portugueses combateram numa unidade militar Sul Africana durante o Apartheid e um deles tinha sido Agente da Pide. Mas antes tinham lutado ao lado ou integrando o Exercito Português na Guerra do Ultramar.

Lembro que o Comandante Roxo combateu em Moçambique chefiando uma milícia exclusivamente composta por Moçambicanos negros e era casado com uma senhora africana de Moçambique e tinha seis filhos “mulatos”… E tinha uma Cruz de Guerra, dada por Portugal num 10 de Junho, dia de Portugal.


                                         HONORIS CRUX

This decoration is awarded for performing deeds of bravery while in danger of life.
The decoration may be awarded to members of the Defence Force who have distinguished themselves by performing deeds of bravery against an armed enemy, while in danger of life.
A bar may be awarded for a successive similar achievement.
The recipient is also entitled to the post-nominal title HC


E no dia 17 de Novembro de 2005, as condecorações e medalhas outorgadas pela República da Africa do Sul ao Comandante Roxo, a HONORIS CRUX, as medalhas PRO PATRIA (Cunene clasp) e a SOUTHERN AFRICA medal, bem como os diplomas respectivos, foram finalmente entregues à sua família, representada pelo irmão Alípio Roxo e mulher, Irene, nas Caldas da Rainha.


Carmo Ferreira, à esq, ex membro das Forças Armadas Sul Africanas, uma das senhoras encarregue da entrega das medalhas ao irmão do Comandante Roxo



 O casal Alípio e Irene Roxo

<<Irene recorda então a última vez que falou com ele. O seu coração de mulher temia o pior, pediu ao cunhado que fosse para Portugal, mas a resposta dele foi simples, simples demais para ser rebatida e que a apavorou:

 “ Sou soldado… e hei-de morrer numa mina…”.  E foi assim que morreu!>>


A ex 1º Tenente da Força Aérea Sul Africana Maria José Ferreira, outra das senhoras encarregue da cerimónia com o casal Roxo
 
Fonte: Moçambique para Todos (macua.blogs.com)





(Actualizado em 21 de Novembro de 2014)







LINKS consultados:

http://aquellasarmasdeguerra.files.wordpress.com/2012/05/g3.jpg
http://com66_droxo.webs.com/oterrordosturras.htm
http://combustoes.blogspot.pt/2009_01_11_archive.html
http://delagoabayworld.wordpress.com/category/pessoas/daniel-roxo/
http://en.wikipedia.org/wiki/32_Battalion_%28South_Africa%29
http://en.wikipedia.org/wiki/Operation_Savannah_%28Angola%29
http://iacmc.forumotion.com/t6417-daniel-roxo-wearing-czech-clouds-pattern
http://lmcafe.blogspot.pt/2012/09/daniel-roxo-o-diabo-branco-reportagem.html
http://macua.blogspot.pt/2006_06_01_archive.html
http://oscarvalhosdoparaiso.blogspot.pt/2009/01/heris.html
http://pt.metapedia.org/wiki/Daniel_Roxo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcelino_da_Mata
http://realfamiliaportuguesa.blogspot.pt/2012/03/entrevista-d-francisco-de-braganca-van.html
http://sadf.sentinelprojects.com/sasfl/booklet.html
http://sadf.sentinelprojects.com/sasfl/newsclip.html
http://sadf.sentinelprojects.com/sasfl/operator.html
http://sadf.sentinelprojects.com/sasfl/sybie.html
http://theywerebornwarriors.blogspot.pt/2013/01/daniel-francisco-roxo.html
http://uk.geocities.com/sadf_history2/operator.html
http://ultramar.terraweb.biz/06livro_GuilhermedeMelo_Mocambique_Norte_Guerra_e_Paz.htm
http://ultramar.terraweb.biz/RMM/RMM_CmdtFranciscoDanielRoxo.htm
http://www.32battalion.org/forum/showthread.php?t=349
http://www.geni.com/people/Francisco-Daniel-Roxo/6000000012106905510
http://www.mozambiquehistory.net/76.html
http://www.youtube.com/watch?v=HfzjNHB5uHE&NR=1
https://sites.google.com/site/pequenashistorietas/personalidades/jorge-jardim















12 comentários:

  1. parabems
    fiquei muito emocionado e reconhecido

    grande abraço
    filipe Villard Cortez

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    1. Era uma extraordinária força da Natureza. Abraço e obrigado

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  2. Emocionante é o que se pode dizer, precisa ser escrito um livro sobre este personagem fantástico!!!!

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  3. parabéns pelo seu blog,
    gostaria apenas de dizer que a viatura Wolf, não é o Landrover com o mesmo nome, mas sim um veiculo blindado (APC) de fabrico sul africano

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    1. Viatura WerWolf

      http://www.sadfgroup.org/wp-content/uploads/2011/02/Wolf-DONE.jpg

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    2. Obrigado. Já corrigi o nome. Falta actualizar a foto...

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  4. Mais que um herói,,,,.um homem com o sentido do dever, e de cumprir a sua missão. Um exemplo enorme, para todos.

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  5. Obrigado pelo testemunho. Conheci o Roxo na minha infancia e sem duvida um homem de grande valor.

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  6. Aos fanáticos das guerras, assassinos por natureza,
    sejam mercenários ou não, desejo que morram em paz, para que os pacifistas tenham paz e sejam felizes.

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    1. Vergonha era p minimo que se lhe exigia.....por isso vocês são um povo tão pequenino e que a partir do 25 hão-de andar de mão estendida ou na dependência de alguem....ate me dá um certo gozo

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  7. um verdadeiro guerreiro sem duvida um homem portugues claro .

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