O Six e uma das suas mais belas criações, o Wright Flyer III
A composição da imagem é da minha autoria
Museus do Ar conheço muitos...
Com muitos, muitos aviões.
Mas o que vão ver aqui são aviões com alma.
Aviões que já voaram todas as nossas ilusões, todos os
nossos sonhos.
Não são puras máquinas. Mecânica que funciona.
Como estes, no Museu da Boeing:
O que vão ver são...
os Aviões do Six...
Amálgamas de sentimentos nobres, audazes, corajosos,
leais.
São principalmente a arte de contar primorosamente a
história efabulada de magníficos aviões.
Alguns dos quais muitos de nós tivemos o privilégio de ter pilotado.
E para que a visita guiada seja mais agradável, o Six, que
conta admiravelmente a história de cada um dos belíssimos aviões que vão ver,
não se poupou e mandou construir enormes Hangares.
São construções extraordinárias onde repousam orgulhosamente
as suas criações.
Finalmente libertas das suas obrigações.
Já não precisam de aterrar.
Descolaram um dia e vivem agora permanentemente no Céu…
Muito provavelmente
com a ajuda de bolas de âmbar, digo eu...
Tal como José Saramago nos revelou, estes aviões devem ter-se elevado graças ao
éter que é afinal composto pelas vontades dos vivos.
Aquelas vontades dos
homens que seguram as estrelas.
Sabendo nós que a vontade é uma nuvem fechada que existe dentro das pessoas
e que o âmbar atrai o éter, é fácil conseguir vontades se as captarmos graças a
frascos de vidro com bolas de âmbar que captam as nuvens das vontades que
emanam das pessoas.
Foi com estas vontades captadas pela
Blimunda Sete-Luas com a ajuda de
Baltazar Sete-Sóis, certamente embalados pelas Sonatas de Domenico Scarlatti, que o
Padre Bartolomeu de Gusmão conseguiu elevar-se na sua Passarola e fugir da Santa Inquisição em Setembro de 1724, tal como está contado no "Memorial do Convento".
Muitas destas gloriosas máquinas que aqui vão ver também já escaparam à
gravidade, graças à vontade dos homens.
Seguramente com a ajuda de bolas de âmbar, digo eu...
E como Almas de seres puros que são, mereceram a Eternidade...
Vamos então ver os aviões que o meu Amigo Six ilustrou.
Sigam-me nesta visita guiada.
São vários os Hangares do Six, onde ele guarda as suas magníficas obras.
A partir desta história pode visitar cada um deles, começando já por este:
Hangar I
Os Primórdios da Aviação!
Basta continuar a ler por aqui a baixo.
Mas há outros Hangares a visitar, mais tarde, obrigatoriamente.
Tais como:
Hangar II
Local onde estão os guerreiros, os autênticos gloriosos malucos das máquinas voadoras do início do Séc XX
Hangar 6
O Hangar 6 da TAP, que ainda hoje existe
Início da visita
Primeiro dos Hangares, claro...
Hangar I
Aqui vivem agora aqueles que começaram
a aventura a sério da Conquista do Ar.
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| Hangar 1 |
É só entrar...
Aqui está o primeiro.
Repousa há muito no mais alto dos céus. Desde 1890...
(Cliquem nas imagens e depois ampliem-nas com outro clique
para verem os pormenores incríveis dos pincéis do Six)
E agora deixo-vos apreciar estas Obras de Arte sem muitas mais palavras.
Boa visita!
Gostaram?
Pois ainda há muito, muito mais para ver!
A não perder!
Para
ver os outros Hangares do Six, siga estas ligações:
Hangar II – Os Aviões da I Grande Guerra e não só
(Actualizada em 17 de Agosto de 2018)