terça-feira, 6 de dezembro de 2016

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Imagem de capa:
Da esquerda para a direita,
as Assistentes de Bordo
Robalo, Portugal e Filomena.

Desconheço o autor desta foto












    



 










 







"Os meus olhos viajam mais do que as minhas pernas. O meu pensamento mais do que os meus olhos"
José Eduardo Agualusa 

"A Vida no Céu"




   A cidade de Quelimane e o Rio dos Bons Sinais






Quelimane foi elevada a cidade num dia como hoje, 20 de Setembro, mas de 1942. Parabéns Quelimane!

A origem do nome deste Blogue:

- Foi Vasco da Gama, à bolina pelo Oceano Índico nas costas de Moçambique, quem deu o nome de "Bons Sinais" ao rio que o levou a Quelimane, no dia 25 de Janeiro de 1498...



O testemunho de Luís Vaz de Camões 
(que faleceu há 436 anos em Lisboa no dia 10 de Junho de 1580,
numas estrofes dos Lusíadas adaptadas por mim ao português de hoje):
 



“E foi, que estando já da costa perto, onde as praias e vales bem se viam,
num rio, que ali sai ao mar aberto, batéis à vela entravam e saiam.



Muito aqui nos alegrámos com as gentes, e com as novas muito mais;

pelos sinais que neste rio achámos, o nome lhe ficou dos Bons Sinais.”







-Veja um pouco mais abaixo, nesta página inicial qual a 

última história aqui publicada.















Entre as mais de 90 histórias aqui já anteriormente publicadas,

sugiro-lhe que leia hoje esta:

 

A Ponte Aérea de 1975



Passaram 41 anos mas é como se tivesse sido ontem.
Pelo menos para quem sofreu e muitas vezes lutou arduamente para sobreviver e proteger a família.





“Durante a ponte aérea, não havia programação de voos os aviões chegavam, abasteciam-se e partiam, foram períodos de uma tensão a raiar os limites de ser suportada”.

 Gonçalves Ribeiro, Alto-Comissário para os Refugiados.

 Para ler agora nesta ligação





A TVI passou nos dias 6 e 7 de Novembro uma reportagem, «O lugar onde eu fiquei», da Jornalista Catarina Canelas onde se conta como foi o êxodo de centenas de milhares de portugueses.

Para que não esqueça.








Veja aqui todo o Documentário





Na 21ª Hora, programa transmitido logo a seguir ao segundo Documentário, foram entrevistados pela Pivot Judite de Sousa os Jornalistas Fernando Dacosta, Diamantino Pereira Monteiro e o autor deste Blogue.











 
Podem ver toda a entrevista aqui.






















No final do programa o Jornalista Fernando Dacosta teve a amabilidade de me oferecer, autografado, o seu livro "Os Retornados mudaram Portugal".



















Não deixe de ver também aqui esta

 


de  fotografias



Uma foto de Paulo Mata   









O que pode ver hoje é o nosso F 16
em imagens belíssimas



Algumas imagens foram "trabalhadas" por mim 
com recurso ao Photoshop.

 

No final da Exposição tem um link para voltar a este mesmo sítio. Assim não se vai perder...






E também:

"Os Hangares do Six"


















Onde ele guarda as suas magníficas obras. São aviões com alma. A arte de contar primorosamente a história efabulada de magníficos aviões.




Hangar I – Preâmbulo e Primórdios da Aviação 
Hangar II – Os Aviões da I Grande Guerra e não só
Hangar 6 – O Hangar dos aviões da TAP  


Muito brevemente veremos todos os outros Hangares do Six


No Capítulo «  Linha Aérea e outros voos »












« O meu inimigo vestido de branco »



Uma história difícil de contar...

Não é ficção. Foi mesmo assim.




Um T6 do SIX em pleno voo   





Como nos filmes, as balas levantavam tracinhos de poeira
á distancia que eu queria do homem.

 Sem o atingir.

Por agora...







Era um homem alto, esguio, asseadamente vestido.
De calças compridas e camisa dentro das calças.

Cinto, sapatos e tudo.

Uma elegância!

 Todo vestido de branco!



Para ler aqui nesta ligação

_____________________________________






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> Última  actualização :   
    06 de Dezembro de 2016  
    
 












Aqueles que tive e tenho o direito a usar.
- Militares e civis:







Logótipo do Aero Clube da Zambézia - Quelimane, onde fui largado (voei sozinho) em Piper Cub com 16 anos, o mais novo em Moçambique  -  1957








Logótipo do meu curso da Força Aérea, os Ícaros, do P1/62. Mas ficámos conhecidos por VCCs...



















Brevet do Exército del Aire - Aprendi a voar o  Harvard T 6 na Base Aérea de Matacán, uma excelente Escola - Salamanca/Espanha - 1962/1963










Brevet da Força Aérea Portuguesa - Nº 953 de 1 Maio de 1964 (Curso P1/62 - Maio de 1962) -Passei à Disponibilidade em 1969 mas nunca saí realmente da Força Aérea...












Esquadra de Instrução Complementar de Pilotos de Aviões de Caça - Em T 33 - Base Aérea Nº 2 - Ota 1964 e em 1965. Outra excelente Escola.



















Esquadra 51 onde voei o mítico F 86F - Base Aérea Nº 5 - Monte Real -1964/1966.

Sou  um  Falcão!















Aero Clube de Portugal - Anos 70 em Planadores








Brevet de Piloto Comercial de Aeroplanos - Nampula Moçambique, em 1968

Brevet de Piloto de Linha Aérea - 1971/1995











Entrei na TAP em 1969, deixei de voar em 1995.
Mas na verdade... Nunca de lá saí...












Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil, sou Sócio fundador







Paquistan International Airlines - onde voei o Boeing B 747, em 2 aviões vendidos pela TAP em 1976







Onde dava gosto voar, em Boeing B 727 e B 737. 1987/1991











1990, a partir de Bruxelas - Aeroporto de Zaventem - em Boeing B 737









Aerolineas Argentinas - 1994 em Airbus A 310 para introdução do avião na Companhia, voos directos Buenos Aires-Nova Yorque.







Como homenagem àqueles que deram a vida pela Pátria.








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A história do T-33





1ª Parte - a génese do avião





 




 

 

2ª Parte:

 

 

 

 

 

 

 






« História da Photographia »







A fotografia, a magia da reprodução perene de uma imagem numa superfície

> No Capítulo:

" Pedaços de Vida "






«A Câmara Obscura de Abelardo Morell»















As fotografias de Abelardo Morell feitas com o auxílio da técnica da camara obscura

> No Capítulo:

" Pedaços de Vida "











São fotos absolutamente...  imperdíveis!




                      > no Capítulo: "Álbuns de Fotografias"






«A Odisseia do Alfa Pendular »










Uma viagem alucinante num comboio que toma para si o destino de quem devia servir



          > no Capítulo: "Pedaços de Vida"







 
Com atenção e alguma sensibilidade conseguimos unir o tempo de agora
ao tempo em que iremos olhar pra trás e saber que foi bom ter existido
em certos lugares

                      > no Capítulo: "Pedaços de Vida"






«No dia em que corrigi a Boeing» 

Falha de Hidráulicos em Ponta Delgada - B 727


Quando certas coisas acontecem à pessoa certa
no momento certo, só pode ser interferência Superior.

Acho eu... E eu estava preparado


> no Capítulo: " Linha Aérea "   









História do B 747

 

"Ridiculously easy to fly ... It is a pilot's dream!

Really a nice airplane to fly"


> no Capítulo: "Linha Aérea" 












Uma missão que começou mal mas que graças a uma tripulação fantástica,
acabou em beleza



 > no Capítulo: "Linha Aérea" 






Eu e o Boeing B 727 - na TAP



 







O avião que foi a minha Escola de Comando de Linha Aérea mas também uma Sala de Aulas como Instrutor que fui, em Simulador e...


> no Capítulo: "Linha Aérea    " 

                

 

 

 

 

 

 

Vivenda Victória   


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Vivenda Victoria é um palacete em ruinas que nos últimos anos foi morrendo para grande desgosto de muitos que diariamente a vêem já que fica na...

 

 

 

 

> no Capítulo: "Álbuns de Fotografias"





 

 

 

 


 






Em 1956, após o grande sucesso comercial com o B 707, o grande senhor do início da era do jacto, a Boeing decide conceber um novo avião que pudesse operar em pistas de menores dimensões, explorando o mercado de curto e médio curso.


> no Capítulo: "Aviões que voei"













Os primeiros 10 AT-6 chegaram a Portugal em 1947.
Destinavam-se à instrução de pilotos da AM, Aeronáutica Militar, um organismo do Exército.
Tiveram como origem o  “US Surplus”  o departamento do Estado Americano que geria a cedência de aviões excedentários aos Aliados após a 2ª Grande Guerra.
Recebemos outros 10 em 1948, 4 em 1949 e 4 em 1950.

 > no Capítulo: "Aviões que voei"












O nosso envergonhado Túmulo do Soldado desconhecido




Para homenagear aqueles que em combate deram as suas vidas e que anonimamente repousam para sempre, sendo um exemplo de sacrifício para que outros possam viver em paz e segurança, foram criados espaços mais ou menos elaborados, com maior ou menor ênfase no cerimonial, com maior ou menor empenho na atitude de respeitar quem se homenageia. 


 > no Capítulo: "Guerra do Ultramar e não só"








Bacalhau com Dóris


Aqui se conta como foi..."A pesca do bacalhau na Terra Nova e Gronelândia" ( Com dóris ).
Fala-se também no minucioso relato que fez disto tudo o Comandante Alan Villiers no seu empolgante livro:


"The Quest of Schooner Argus"



> no Capítulo: "Outras Navegações"




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  ...para ler neste blogue

 

 


 

«Além disso, o que a tudo em fim me obriga

É não poder mentir no que disser. 

            

Porque de feitos tais, por mais que diga,    

Mais me há-de ficar inda por dizer»


                                     Camões, Os Lusíadas, Canto III, Estância 5

 

 

 

 

 ------------   Boa leitura!   ------------

 

 

 
Foto obtida no Facebook - Desconheço o autor, as minhas desculpas

     





Desculpem mas…
 
•    Este blogue está escrito em grande desacordo com o novo "acordo" ortográfico.
•    E por vezes em algum desacordo com o Antigo Acordo, também.
•    Pois... Acontece.


      _______________________________________________________________________________________










    Um belo Junkers JU-52 numa aguarela do meu Amigo SIX. 






Podem não acreditar mas eu voei este JU-52, o 6311,  na Base Aérea Nº5 em Monte Real entre os dias 24 de Julho e 17 de Novembro de 1964  enquanto voava simultaneamente o F-86... na foto aqui ao lado.







Um JU-52 que ainda hoje voa, o da Lufthansa:












  


   Mantovani, Ramalho Eanes, Malaquias e Aidos

A história sobre o
 Um a história de vários heroísmos, que marcaram a minha geração, no Capítulo "Na Guera do Ultramar 1967/1969", foi publicada em 10 páginas no número 52 da:

Revista da Associação
da Força Aérea






Um dos Heróis que resgatou o Tenente Malaquias, o Carlox Félix, o Felinhos de Paranhos,

morreu no dia 17 de Novembro 2014 às 9 horas da manhã.

 

Combatia as insónias com o relaxe da pesca...


Sabia que ia morrer e recusou outros cuidados que tentámos proporcionar-lhe.


Descansa em paz que bem mereces...


 

 

Num email que me mandou e que transcrevo por completo na história do Resgate do Tenente Malaquias, havia uma mensagem para o Lobo, Piloto do Helicóptero que efectuou a missão.   Às tantas disse:

 


« …lembras-te?


Com tantos tiros dos aviões a darem-nos cobertura, tu aos zigzagues com medo que atrás das medas de capim estivesse alguma anti-aérea e eu aos saltos para entrar no Héli.


Parecia O VIETNAM.


Com pouco mais de 20 anos tínhamos que estar preparados para a Guerra, a geração de hoje com 20 e muitos ainda estão com RSI! »

 


 

 

  E muito a propósito,

um vídeo para meditar:
- Como a memória é preservada em alguns lugares...


Um momento de verdade


video
 Para ver em écran grande

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Outras duas histórias deste blogue foram também publicadas nos últimos números da

Revista da Associação da Força Aérea


A saber:

« Alferes Rica »



no Capítulo "A Minha Força Aérea"

 É uma Homenagem a um jovem Camarada prematuramente perdido

Foi em sua memória que a escrevi



E também:


« De T-33 pela Europa fora até à Bélgica e volta »

Quisemos dar dois nós aos Yankies. Demos um...


no Capítulo "A Minha Força Aérea"




O grupo COFINA, por sua vez

 

embora não fazendo nenhuma referência a este Blogue,

 

publicou no Correio da Manhã e na revista Sábado, num projecto editorial de "Autores e Verso da História" um conjunto de 8 livros sob o lema "Descolonização".

No volume, dedicado à Ponte Aérea, incluíram parte da minha história:


« A Ponte Aérea de 1975 »


Sobre os dramáticos dias do início da descolonização portuguesa 



no Capítulo "Linha Aérea e outros voos" 







  Opera de Sidney




 





NOTAS:

 

Resolução de écran:


Por vezes as resoluções de écran dos vossos monitores poderão não coincidir com as minhas e as imagens não aparecerem correctamente.

Tentem aumentar ou diminuir o tamanho da "página" que estão a ver usando as seguintes combinações de teclas:

> Ctrl  +
            ou...
> Ctrl  -


Imagens deste blogue:


Todas as imagens/fotografias aqui publicadas fazem referência ao seu Autor, quando consigo identificá-lo.
Mas são quase todas publicadas com um toque meu de Photoshop...





Logótipo 


O Logótipo deste Blogue, símbolo que eu criei, representa a miscigenação de culturas que enforma a nossa matriz:

Cristã a Cruz de Cisto (Cruz dos Templários, das velas das Caravelas e da Força Aérea Portuguesa).

Judaica a estrela de David (a presença dos Judeus na Península dá-se a partir do Século VI. Exerceram enorme influência em Portugal e Espanha de onde são expulsos sucessivas vezes).

Árabe o Crescente da Lua Nova (Conquistadores da Península Ibérica no Século VIII e construtores de alguns Castelos que nos deixaram, além de uma Cultura ímpar).




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