domingo, 21 de abril de 2019

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    Desde 27 de Março de 2011












"Os meus olhos viajam mais do que as minhas pernas.
O meu pensamento mais do que os meus olhos"

José Eduardo Agualusa 
"A Vida no Céu"




























  
  Mensagem, Fernando Pessoa
  Mar Português
  Possessio maris.
  I. O Infante
  Imagem da NASA 
  Grafismo meu














Última história a não perder:

Tenente Humberto da Cruz e Carlos Eduardo Bleck. Loanda - Janeiro de 1931


É como uma colecção de cromos arquivados num álbum…
Uma História contada com alguma ligeireza, mas com toda a verdade possível.


Clique aqui para a ver noutra pestana

(A todos os tripulantes da TAP dos Anos Dourados, vejam nesta história o Ano de 1912/Alberto Sanches de Castro. Vão gostar.)



E também...

Gloriosos “Malucos” de Máquinas Voadoras...


As mais extraordinárias ideias transformadas em espantosas máquinas que voam excepcionalmente bem e são de arrojada concepção e construção com recurso a tecnologia de ponta.

(Já com notícia e o vídeo do primeiro voo do Stratolaunch no dia 13 de Abril 2019)

Leia esta história mais abaixo, a seguir à...

"Carta do Marítimo de Olhão"




Foto de capa:

Catedral de Notre Dame
Como eu gostava de a ver...



Felixstowe F.3, 1922       








Felixstowe F.3 foi o sucessor do Felixstowe F.2.
F.3 era maior e mais pesado. Foi um hidroavião (concebido pelo Lieutenant Commander John Cyril Porte RN na Base Aérea Naval Inglesa de Felixstowe) utilizado na 1ª Grande Guerra.





Felixstowe F2A N4440 em Dundee, 1918_19



A base do design do F.2, o F.1, foi o hidroavião americano concebido por Glenn Curtiss que equipava a Base Aérea Naval de Felixstowe.

Embora o F.3 tivesse maior autonomia e maior capacidade de carga de bombas, os motores eram os mesmos do F.2 e por isso era mais lento e com menor manobrabilidade. Era disso que se queixavam os pilotos.

O protótipo do F.3 voou pela primeira vez em Fevereiro de 1917. Foram construídos mais de 100 modelos.



      F.3











A tripulação era composta de 4 elementos. Tinha um peso máximo à descolagem de 5.550kg, equipado com dois motores Rolls-Royce Eagle VIII V12 em linha, 345 hp (257 kW) atingia a velocidade máxima de 79knots, 145km/h, podia voar seis horas e levava quase meia hora para atingir 6.5oo pés de altitude…








O primeiro voo entre o Continente e a Madeira foi realizado no dia 22 de Março de 1921 com um Felixstowe F.3 pilotado por Sacadura Cabral e Ortins de Bettencourt, tinha Gago Coutinho como  navegador e o mecânico de bordo era Roger Soubiran



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O meu amigo Six, autor das mais belas imagens que conheço
da aviação de todos os tempos, morreu hoje (21 Jan 2019).




O Six e o seu Wright Flyer III  numa composição fotográfica minha




Com grande saudade, peço-vos que revejam aqui algumas das
aguarelas que me enviou e que compilei em 3 histórias.



Six... até um dia.




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               A célebre "Carta do Marítimo de Olhão"



Segundo a APOS (Associação de Valorização do Património Cultural e Ambiental de Olhão), "esta carta foi uma brincadeira escrita em segredo, salvo-erro num Carnaval, por uma rapariga (Etelvina dos Reis Nascimento) amiga de uma tal Francisca, de quem um jovem marítimo com pouca instrução se tinha apaixonado. Celebrizou-se em Olhão através de uma peça de teatro encenada por Joaquim da Silva Vaz (o "Vázinho")."

Existem várias versões, algumas levadas ao exagero na tentativa de tornar o texto popularucho, perdendo-se obviamente o carácter 100% "Olhanense" da cena em que se pretendeu congelar  a tipicidade das gentes de Olhão, sem as ridicularizar.

Não sendo de todo um Olhanense mas porque por lá vivi quase 30 gloriosos anos, este texto lembra-me o que de mais puro há nos genuínos Olhanenses. E conheci muitos...

Alguns jamais esquecerei...

Eusébio tinha uma traineira de pesca que foi obrigado a abater pela União Europeia.

Mestre da sua traineira da Culatra que levei num voo a Glasgow.

Tudo legal, com bilhete e tudo. Catering a condizer com bolinhos com o emblema do Benfica.

Como Comandante exigi que um dos bolos tivesse a bandeira do Sporting...

Eu a Comandar um B-727 da Air Atlantis, tripulação toda arregimentada: a Chefe de Cabina era a minha mulher e o Co-Piloto  o Papi que entretanto comprara a traineira ao Eusébio...

Um extraordinário baptismo de voo, para todos nós.




Pinto da Alemanha: uma força viva, muito viva, da natureza.

Fugiu de barco para a América nos anos 60, mas numa paragem em Hamburgo o barco foi por ali ficando avariado até que ele resolve desembarcar.

Quando deixou definitivamente a Alemanha, nos anos 80, casado há muito com uma senhora alemã, tinha sido o proprietário de um famoso Restaurante Argentino em Hamburgo!

Eu vi as fotos de todas as muitas celebridades deste mundo que por lá passaram.

Até o Frank Sinatra cantou lá com ele!


Contexto desta carta:

Um jovem pescador pouco dado às letras, pede a um companheiro da companha da pesca, mano Manel, em plena faina, que lhe escreva uma carta à namorada queixando-se das relações entre si e o pai dela.


Tentem perceber…





A Marginal de Olhão (as Docas como lhe chamam hoje) no início do Sec XX




<< À diase do mar dase Berlengase, a sete braçase e mêa de mar, empensarem-se ase grosêrase.

Disto, vem de lá o cabrã do tê pai e me dezeu ele assim :


- Mó ó móce ! tu ése um montanhêre, tu fazes um grande salcrafice em virese ó mar.
- Ma o que é que você me dize, hom
- Digue-te iste e nã casase ca nha filha !



- Allamese! Farcisca! ê cá antese cria cu tê pai me desse doi ó trê estragaços da cara, que me dessesse aquil que tá ali da frente de gente.



Viémese pá terra e a companha do barque nã falava doutra coisa.

Disto, vem de lá o mano Zé Chaveca  e me dezeu ele assim:


- Mó, ó móce! Tase-te a ralar?
- Atão nã m´ êde ralar?
- Nã te ralese rapá, se nã casarese cúa filha dele casase ca minha!


É pra que vêisase, Farcisca, cainda tenhe pretendentase.


Tu pen-sase cú tê pai é o Prencêse D. Carlos? A tua mãi a Rainha D. Imélia e os tês ermãos os Enlefantesinhos?



Alhamese! ele é mai brute cá mãi dos penhêrese do mane João Luice.



Dêxa lá cuma viage quê face ó mar de Larache , ganhe o denhêre às braçadase.

Compre um chapéu de côque, uma vengala botas de rengedêra e tapadoiro.

Passe a barlavante da tu porta e arraste os peses comó gale. Tu vêse me e falase-me, mai ê cá veje-te e nã te fale.


Ah! sabes o quê cá quere, é que nã falese mal da nha pelha prêces rebêres e tainquese.


Ai, se maparece alguma noda do mê corpe..

Digue logue que forem vocêse que me fizerem mal, calha bem !


Ah! sabes o quê cá quer tamém? É que nã te esqueçase dos mês doze brenhoisinhes (ponha lá iste da carta mano Manel quela logue mentende).


Olha, agora só da nh’ avó erdi deze moedase e o estrafêgo todo da canóa.


Ê cá bem sei que tense uma menita maineca de queztura e quése muite perfêta de mâose.


Também ê cá sou!...
Digue-tiste e nã memporta com o pórque do tê pai.


Perdoi a arção.

Embroise >>

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NOTAS:

estragaços da cara - bofetadas

companha do barque - tripulação do barco

penhêrese do mane João Luice -





















João LúcioAdvogado e Poeta Olhanense tinha um chalet, hoje  histórico, transformado na Ecoteca de Olhão/Casa-Museu João Lúcio, na sua Quinta de Marim no meio de um pinhal nos arredores de Olhão (dentro da sede do Parque Natural da Ria Formosa)





















O Chalet antes do restauro


VER:

Video do Chalet


mar de Larache - costa Marroquina, Noroeste
tapadoiro - polainitos









Gloriosos “Malucos” de Máquinas Voadoras:



      Whit Knight One carrega o SpaceShip One (Scale Composits)
   


Estes aviões e foguetões são de construção relativamente barata, de uma eficiência ímpar e até já chegaram ao Espaço.

Uma deles até ganhou por isso o prestigiado Ansari XPrize no valor de 10 Milhões de Dólares.

O turismo Espacial esta quase a iniciar-se havendo já cerca de 700 bilhetes comprados. Um deles é de um português. Tinha de ser…

Uma história que vai valer a pena ler, profusamente ilustrada com belíssimas imagens.


Para ler aqui:

 1ª Parte - Os Pioneiros

2ª Parte - Virgin Galatic I

3ª Parte - Virgin Galatic II

4ª Parte - Stratolaunch

5ª Parte - Airlander

6ª Parte - Russian Reusable Space Vehícle





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ATT: A História sobre o Comandante Roxo foi actualizada com novos elementos
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Uma das últimas histórias aqui publicadas é uma monografia etnográfica original, dactilografada (numa máquina de escrever - já devem haver poucas...) pelo meu Pai, Álvaro Cavaleiro, em Quelimane, Moçambique, em Dezembro de 1956.


Está aqui contada em quatro blocos para mais fácil leitura.



Leia aqui “OS CHUABOS



Para saberem quem foi o meu Pai e o que fez em África, podem ler aqui uma muito breve biografia sua.


Mais a fundo, leiam a homenagem que lhe prestei neste blogue.



E para matarem saudades de Quelimane e da Zambézia,
vejam estes vídeos:












 - A Pastelaria Suiça fechou...

No já longínquo dia 26 de Abril de 1974 a Pastelaria Suiça foi palco de um inacreditável espectáculo de opereta/revista/zarzuela cujo responsável fui... eu. Para ler aqui.



 - Chegou a Beja o primeiro A380 português, da Fundação Mirpuri/Hifly

Imperdível! Não deixe de ler e ver esta história.









Nos meus primeiros 25 anos de vida tive o gosto de pertencer ao mundo das grandes viagens por mar.

Esta história serve como preâmbulo a uma outra, "A Muito Trágica História da nossa Marinha Mercante",

Toda a nossa gloriosa Marinha Mercante do séc XX com texto e imagens



- Veja agora aqui (nesta ligação) como a física explica a

Trivela de Quaresma.

Um brilhante artigo de Marta Leite Ferreira
em "O Observador" do dia 26 de Junho de 2018









E antes de passarmos à próxima história (os momentos iniciais, o primeiro contacto de todos, o arranque do meu curso como piloto da Força Aérea) vejam como foi de tal modo excelente a formação que recebemos que até permitiu habilidades como as que vos convido a ler na história:


"A minha não-largada em Piper Super Cub".


Mas antes coloquem os cintos porque o caso não é para menos...

A história pode ser lida nesta ligação 




- E agora sim, o que nos aconteceu no primeiro contacto oficial com "a tropa". Vejam só...

Leia a história aqui:






Logótipo do P1/62


(1º Curso de Pilotos da Força Aérea de 1962)


VCCs


(Velhos Como o Car****)


Esta história  é da autoria do meu colega de armas e amigo Luís Pacheco.



Divirtam-se... 




      



- Esta outra história é desconhecida mas actual.

Há-de pertencer à História.

Depois de todo o sofrimento desta gente...

Não deixe de a ler!


Os Madgermanes, meus irmãos.




Tão parecidos que nós somos...



No dia 24 de Fevereiro de 1979 o presidente da RDA (República Democrática da Alemanha, comunista, de Leste) Erich Honecker assinou em Maputo, com Samora Machel, presidente da República Popular de Moçambique, acordos de “amizade e cooperação” entre os dois estados.

O interesse era comum...




Madgermanes, meus irmãos!

 Moçambicanos falantes de Alemão e...
adeptos do Leipzig  FC!

Descubra porquê





Vamos então continuar esta viagem por este Rio abaixo...

   

Como se estivesse-mos na sonda Cassini a olhar atentos para os anéis de Saturno...






A história sobre o Comandante Francisco Daniel Roxo, uma das mais lidas deste blogue
como podem ver na coluna aqui à direita, já publicada em Julho de 2013,
foi agora completamente reformulada mais uma vez, com elementos
novos sobre a sua extraordinária biografia e correcções de factos.


Para a ver, clique aqui












R i o   d o s   B o n s   S i n a i s

Este blogue tem actualmente 141 histórias.
Divididas por 12 Capítulos.




Estatísticas da Google,
onde este Blogue está alojado,
sobre quem lê mais as minhas estórias.

Alguns números são surpreendentes...


     A média mensal de leitores do blogue ronda os 2300 




O PLÁGIO:

À atenção dos navegantes:


Navegar é preciso.
Mas com cuidado...


Uma história deste blogue, "O Resgate do Tenente Malaquias
foi flagrantemente plagiada num livro recentemente publicado.

Veja aqui toda a história deste plágio


Já agora... a história em causa foi recentemente actualizada com o testemunho de um dos intervenientes, Borges Ferreira, que corrige erros e fornece novos dados que eu desconhecia.

E uma foto.



NOTAS:


> Para ler as histórias do blogue clique  nas ligações.

> No separador   "Capítulos",   no topo da coluna, à direita, escolha o tipo de outras histórias que queira ler.

> Em qualquer altura que queira voltar a esta página, no separador "Capítulos" clique em "Página Inicial".

> Nesta mesma coluna da direita tem acesso fácil às histórias mais lidas no separador  Mensagens populares”.

> Para ver todas as fotos de uma história isoladamente e em sequênciaclique em qualquer foto.



Última  actualização deste Blogue :   
     
   21 de Abril de 2019
    
 





















Como Guineense, não podia deixar de escrever
uma breve história sobre a Guiné (portuguesa).

Socorri-me de várias fontes mas principalmente
do Blogue "Luís Graça & Camaradas da Guiné",
a quem agradeço a muita informação.

Mais abaixo indico o endereço deste Blogue.



Para ler aqui:
Breve História da Guiné Portuguesa
(a terra onde nasci)













Logo a seguir poderão ler uma breve descrição do que era e no que se transformou a primeira
Capital da Guiné: BOLAMA





.





E imediatamente depois, um episódio surpreendente
passado em Bolama na primeira metade do Séc XX.

Não percam...  "O Memorial"


Foi escrito e ilustrado pelo meu amigo e colega aviador  Gonçalo Inocentes (Matheos) 

"Quando em Bolama encostado às grossas correntes que circundam o Memorial imaginava coisas de aviadores mas muito longe estava do que na realidade aquele bloco de pedra representava".







Terminada aqui a história do Gonçalo Inocentes, deu-me para pesquisar sobre o outro "raid" do malogrado aviador italiano aos Estados Unidos referido na história que acabam de ler.

E encontrei um documento sobre a passagem da outra Esquadrilha de Italo Balbo pelos Açores no regresso a Itália.

Chamo a atenção de que se trata da transcrição integral de um texto do Museu Carlos Machado de Ponta Delgada referente a uma exposição ali realizada em 2013
Para ler a história, click nesta ligação.





Já agora, e porque se contou aqui uma grande história de Hidroaviõesvale a pena ver o que se passou em Moçambique, há muitos e muitos anos com outro tipo de Hidroaviões, no blogue "houseofmaputo" onde também se podem matar saudades daquela fantástica terra. 
Grande história esta, não deixem de ler...





Há mais uma história publicada sobre os avião que voei, em Linha Aérea.


Que voei na TAP e nas Aerolíneas Argentinas






Uma Vida no Ar

A breve foto-biografia verídica de um dos Comandantes mais estimados por todos os tripulantes da TAP.

De uma ponta à outra dos muitos aviões que voou.


A do meu "irmão":


Uma brincadeira minha em Photoshop
     
            Para a ver  clique aqui >  Comandante Luís Vieira da Silva
            Bons voos...






Um episódio verídico durante a Ponte Aérea para Berlim em 1948/49:
















A cidade de Berlim foi bombardeada com mais de 21 toneladas de doces durante a Ponte Aérea.


E tudo por causa de duas pastilhas elásticas...

Para ver aqui neste link.













Entre as mais de 140 histórias aqui já anteriormente publicadas,
sugiro-lhe que leia hoje esta:

A Ponte Aérea de 1975






Passaram mais de 40 anos mas é como se tivesse sido ontem.

Pelo menos para quem sofreu e muitas vezes lutou arduamente para sobreviver e proteger a família.


“Durante a ponte aérea, não havia programação de voos os aviões chegavam, abasteciam-se e partiam, foram períodos de uma tensão a raiar os limites de ser suportada”.

 Gonçalves Ribeiro, Alto-Comissário para os Refugiados.

 Para ler agora nesta ligação







« O meu inimigo vestido de branco »


Uma história difícil de contar...

Não é ficção. Foi mesmo assim!




Um T6 do SIX em pleno voo   


Como nos filmes...

As balas levantavam tracinhos de poeira
à distancia que eu queria do homem.

 Sem o atingir.

Por agora...




Era um homem alto, esguio,
asseadamente vestido.
De calças compridas e
camisa dentro das calças.

Cinto, sapatos e tudo.

Uma elegância!

 Todo vestido de branco!



Para ler aqui nesta ligação














Não deixe de ver também aqui este
Álbum de Fotografias do nosso F-16



Algumas imagens foram "trabalhadas" por mim com recurso ao Photoshop.


No final da Exposição tem um link para voltar à Página Inicial. Assim não se vai perder...








E também:
"Os Hangares do Six"














Onde ele guardou as suas magníficas obras.

São aviões com alma!

A arte de contar primorosamente a história efabulada de magníficos aviões.




Hangar I –   Preâmbulo e Primórdios da Aviação 
Hangar II – Os Aviões da I Grande Guerra e não só
Hangar 6 –  O Hangar dos aviões da TAP  


No Capítulo «  Linha Aérea e outros voos »







Os meus distintivos:



Da Força Aérea e da Aviação Civil







Foto minha no Paláio Nacional da Ajuda




A história do T-33





1ª Parte - a génese do avião





 




 

 

2ª Parte:

 

 

 

 

 

 

 






« História da Photographia »







A fotografia, a magia da reprodução perene de uma imagem numa superfície

> No Capítulo:

" Pedaços de Vida "






«A Câmara Obscura de Abelardo Morell»















As fotografias de Abelardo Morell feitas com o auxílio da técnica da camara obscura

> No Capítulo:

" Pedaços de Vida "











São fotos absolutamente...  imperdíveis!




                      > no Capítulo: "Álbuns de Fotografias"






«A Odisseia do Alfa Pendular »










Uma viagem alucinante num comboio que toma para si o destino de quem devia servir



          > no Capítulo: "Pedaços de Vida"







 
Com atenção e alguma sensibilidade conseguimos unir o tempo de agora
ao tempo em que iremos olhar pra trás e saber que foi bom ter existido
em certos lugares

                      > no Capítulo: "Pedaços de Vida"






«No dia em que corrigi a Boeing» 

Falha de Hidráulicos em Ponta Delgada - B 727


Quando certas coisas acontecem à pessoa certa
no momento certo, só pode ser interferência Superior.

Acho eu... E eu estava preparado


> no Capítulo: " Linha Aérea "   









História do B 747

 

"Ridiculously easy to fly ... It is a pilot's dream!

Really a nice airplane to fly"


> no Capítulo: "Linha Aérea" 












Uma missão que começou mal mas que graças a uma tripulação fantástica,
acabou em beleza



 > no Capítulo: "Linha Aérea" 






Eu e o Boeing B 727 - na TAP



 







O avião que foi a minha Escola de Comando de Linha Aérea mas também uma Sala de Aulas como Instrutor que fui, em Simulador e...


> no Capítulo: "Linha Aérea    " 

                

 

 

 

 

 

 

Vivenda Victória   


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Vivenda Victoria é um palacete em ruinas que nos últimos anos foi morrendo para grande desgosto de muitos que diariamente a vêem já que fica na...

 

 

 

 

> no Capítulo: "Álbuns de Fotografias"





 

 

 

 


 






Em 1956, após o grande sucesso comercial com o B 707, o grande senhor do início da era do jacto, a Boeing decide conceber um novo avião que pudesse operar em pistas de menores dimensões, explorando o mercado de curto e médio curso.


> no Capítulo: "Aviões que voei"













Os primeiros 10 AT-6 chegaram a Portugal em 1947.
Destinavam-se à instrução de pilotos da AM, Aeronáutica Militar, um organismo do Exército.
Tiveram como origem o  “US Surplus”  o departamento do Estado Americano que geria a cedência de aviões excedentários aos Aliados após a 2ª Grande Guerra.
Recebemos outros 10 em 1948, 4 em 1949 e 4 em 1950.

 > no Capítulo: "Aviões que voei"












O nosso envergonhado Túmulo do Soldado desconhecido




Para homenagear aqueles que em combate deram as suas vidas e que anonimamente repousam para sempre, sendo um exemplo de sacrifício para que outros possam viver em paz e segurança, foram criados espaços mais ou menos elaborados, com maior ou menor ênfase no cerimonial, com maior ou menor empenho na atitude de respeitar quem se homenageia. 


 > no Capítulo: "Guerra do Ultramar e não só"








Bacalhau com Dóris


Aqui se conta como foi..."A pesca do bacalhau na Terra Nova e Gronelândia" ( Com dóris ).
Fala-se também no minucioso relato que fez disto tudo o Comandante Alan Villiers no seu empolgante livro:


"The Quest of Schooner Argus"



> no Capítulo: "Outras Navegações"




_________________________________________________________

 




  ...para ler neste blogue

 

 


 

«Além disso, o que a tudo em fim me obriga

É não poder mentir no que disser. 

            

Porque de feitos tais, por mais que diga,    

Mais me há-de ficar inda por dizer»


                                     Camões, Os Lusíadas, Canto III, Estância 5

 

 

 

 

 ------------   Boa leitura!   ------------

 

 

 
Foto obtida no Facebook - Desconheço o autor, as minhas desculpas

     





Desculpem mas…
 
•    Este blogue está escrito em grande desacordo com o novo "acordo" ortográfico.
•    E por vezes em algum desacordo com o Antigo Acordo, também.
•    Pois... Acontece.


      _______________________________________________________________________________________










    Um belo Junkers JU-52 numa aguarela do meu Amigo SIX. 






Podem não acreditar mas eu voei este JU-52, o 6311,  na Base Aérea Nº5 em Monte Real entre os dias 24 de Julho e 17 de Novembro de 1964  enquanto voava simultaneamente o F-86... na foto aqui ao lado.







Um JU-52 que ainda hoje voa, o da Lufthansa:


















   Mantovani, Ramalho Eanes, Malaquias e Aidos

A história sobre o
 Um a história de vários heroísmos, que marcaram a minha geração, no Capítulo "Na Guera do Ultramar 1967/1969", foi publicada em 10 páginas no número 52 da:

Revista da Associação
da Força Aérea





   Combatia as insónias com o relaxe da pesca...








Um dos Heróis que resgatou o Tenente Malaquias,
o Carlox Félix, o Felinhos de Paranhos, morreu
no dia 17 de Novembro 2014 às 9 horas da manhã.


 


Sabia que ia morrer e recusou outros cuidados que tentámos proporcionar-lhe.

Descansa em paz que bem mereces... 

 

Num email que me mandou e que transcrevo por completo na história do Resgate do Tenente Malaquias, havia uma mensagem para o Lobo, Piloto do Helicóptero que efectuou a missão.

Às tantas disse:

 


« …lembras-te?


Com tantos tiros dos aviões a darem-nos cobertura, tu aos zigzagues com medo que atrás das medas de capim estivesse alguma anti-aérea e eu aos saltos para entrar no Héli.


Parecia O VIETNAM.


Com pouco mais de 20 anos tínhamos que estar preparados para a Guerra, a geração de hoje com 20 e muitos ainda estão com RSI! »

 


 

 

  E muito a propósito,

um vídeo para meditar:
- Como a memória é preservada em alguns lugares...


Um momento de verdade


 Para ver em écran grande

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Outras duas histórias deste blogue foram também publicadas nos últimos números da

Revista da Associação da Força Aérea


A saber:

« Alferes Rica »



no Capítulo "A Minha Força Aérea"

 É uma Homenagem a um jovem Camarada prematuramente perdido

Foi em sua memória que a escrevi



E também:


« De T-33 pela Europa fora até à Bélgica e volta »

Quisemos dar dois nós aos Yankies. Demos um...


no Capítulo "A Minha Força Aérea"




O grupo COFINA, por sua vez

 

embora não fazendo nenhuma referência a este Blogue,

 

publicou no Correio da Manhã e na revista Sábado, num projecto editorial de "Autores e Verso da História" um conjunto de 8 livros sob o lema "Descolonização".

No volume, dedicado à Ponte Aérea, incluíram parte da minha história:


« A Ponte Aérea de 1975 »


Sobre os dramáticos dias do início da descolonização portuguesa 


no Capítulo "Linha Aérea e outros voos"



No 60º aniversário da fundação da Esquadra 201, aquela Unidade da Base Aérea Nº 5 em Monte Real, Leiria, reactivou a publicação da Revista KIAK. E nesse número comemorativo incluíram as seguintes histórias deste Blogue:

  • Os Cavaleiros Guardiões do Império
  • Alferes Rica
  • Falha de motor á descolagem em F-86
  • Luz do óleo acesa em F-86
  • O dia em que voei mais rápido que o som


Todas estas histórias estão incluídas no Capítulo "A Minha Força Aérea"


NOTA: Eu pertenci (pertenço...) àquela Esquadra entre 1964 e 1967. Sou um Falcão!






  Opera de Sidney




 





NOTAS:

 

Resolução de écran:


Por vezes as resoluções de écran dos vossos monitores poderão não coincidir com as minhas e as imagens não aparecerem correctamente.

Tentem aumentar ou diminuir o tamanho da "página" que estão a ver usando as seguintes combinações de teclas:

> Ctrl  +
            ou...
> Ctrl  -


Imagens deste blogue:


Todas as imagens/fotografias aqui publicadas fazem referência ao seu Autor, quando consigo identificá-lo.
Mas são quase todas publicadas com um toque meu de Photoshop...





Logótipo 


O Logótipo deste Blogue, símbolo que eu criei, representa a miscigenação de culturas que enforma a nossa matriz:

Cristã a Cruz de Cisto (Cruz dos Templários, das velas das Caravelas e da Força Aérea Portuguesa).

Judaica a estrela de David (a presença dos Judeus na Península dá-se a partir do Século VI. Exerceram enorme influência em Portugal e Espanha de onde são expulsos sucessivas vezes).

Árabe o Crescente da Lua Nova (Conquistadores da Península Ibérica no Século VIII e construtores de alguns Castelos que nos deixaram, além de uma Cultura ímpar).




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