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Última actualização do Blogue:
13 de Outubro de 2021







      Desde 27 de Março de 2011


      Vejam aqui quem sou eu, (talvez…)
      num texto de José Alves Pereira














"Os meus olhos viajam mais do que as minhas pernas.
O meu pensamento mais do que os meus olhos"

José Eduardo Agualusa 
"A Vida no Céu"




























  
  Mensagem, Fernando Pessoa
  Mar Português
  Possessio maris.
  I. O Infante
  Imagem da NASA 
  Grafismo meu
 





   
    Membro Fundador 1976




Sócio Nº 176808

Membro Fundador    






Última Hora!!!

O meu livro

"Rio dos Bons Sinais"

com histórias deste blogue, 
que esteve na Feira do Livro de Lisboa,
foi o campeão de vendas da Editora!






O livro “Rio dos Bons Sinais”,  uma edição de autor, foi publicado no dia 5 de Julho de 2020 com a maioria das  histórias e muitas imagens deste blogue.

Com 364 páginas e profusamente ilustrado é um bom documento sobre a vivência fantástica do que foram os últimos 70 anos.

A primeira edição do livro esgotou-se em 3 dias!



   Editora: "Sítio do Livro"

     
     Chancela Editorial : Edições Ex Libris


 Encomende aqui,

os últimos exemplares

neste blogue, ou:

aqui, directamente á Editora


(Valor do livro: 20,00 + portes de envio no valor de 5,00 p/ Portugal Continental)



Para qualquer assunto ainda relacionado com o livro,
por favor, contactem-nos aqui, nesta



E já agora...


O designer da capa do meu livro “Rio dos Bons Sinais”, foi  nomeado no dia 31 de Julho de 2020,

"Freelancer do Dia CCP (Clube Criativos Portugal) by Marketeer"

Ao João Paulo Pereira os meus parabéns e obrigado pela magnifica capa e pelos cartazes

sobre a Feira do Livro de Lisboa


Vejam aqui o artigo da Revista Marketeer.



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O Comando de uma LFG na Guiné


Esta história relata, muito resumidamente, o que foi a comissão no Ultramar de um digníssimo Oficial da Armada,

Luiz Pereira Vale, na altura 1º Tenente, na Guiné,

exactamente no auge do conflito com o PAIGC, imediatamente antes do 25 de Abril.


Conhecemo-nos por essa altura por morarmos no mesmo prédio em Lisboa.

A amizade ficou-nos, agarrada, desde aí...

A história está publicado na Revista de Marinha, Nº 985, Maio/Junho 2015.


        A LFG ORION que o, na altura, 1º Tenente Luiz Pereira Vale comandou na Guiné




O texto, integral, está subdividido por mim em várias histórias, tendo-lhe acrescentado eu imagens que fui encontrando na Internet e um ou outro texto, identificado, que ajuda a perceber o envolvimento de alguns episódios aqui narrados. 



Não percam esta história que podem ler aqui

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Reconstituição do acidente de Camarate








No dia 4 de Dezembro de 1980 Portugal estava em plena campanha para a eleição do Presidente da República.

Defrontavam-se o General Ramalho Eanes, para um 2º mandato, como Independente e o General Soares Carneiro, com o apoio da Aliança Democrática, (PPD/CDS/PPM).

 


Nesse dia, em Lisboa, durante um almoço da campanha com outros dirigentes e apoiantes de Soares Carneiro, Adelino Amaro da Costa, Ministro da Defesa, disse a Francisco Sá Carneiro, 1º Ministro, que tinha ao seu dispor um Cessna 421 Golden Eagle, que estava ao serviço da campanha presidencial do candidato apoiado pela AD, Soares Carneiro, a fim de ele, Amaro da Costa, se deslocar ao Porto, onde iria assistir ao encerramento da campanha.

 

Amaro da Costa e Sá Carneiro

Sugeriu-lhe, uma vez que Francisco Sá Carneiro também se dirigia nesse mesmo dia para o Porto, com bilhetes já reservados na TAP, que era mais fácil e cómodo irem todos naquele avião, que estava disponível.

Sá Carneiro aceitou o convite de Amaro da Costa e mandou desmarcar os bilhetes reservados na TAP.


Começou assim a trama de um grave acidente aeronáutico que deixou o País quase sem governo e os portugueses ansiosos, á beira do Natal de 1980

É esta a história que podem ler, na íntegra, nesta ligação.


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Comemorações dos 500 anos da descoberta do Estreito de Magalhães

21 de Outubro de 2020





Em Punta Arenas, no Chile, Capital de la Región de Magallanes y Antártica, a meio do Estreito de Magalhães, o Chile e a Espanha (Portugal, NÃO!) comemoraram aquele extraordinário acontecimento.

Uma homenagem ao português Fernão de Magalhães.




No cais, no Molhe Prat, estavam os Navios Escola do Chile, “Esmeralda”, e o irmão gémeo Espanhol, “Juan Sebastián De Elcano”.

Vergonhosamente Portugal não se fez representar.

A Sagres, o mais belo Navio Escola do Mundo, NÃO ESTAVA LÁ!

A cerimónia realizou-se cumprindo os estritos protocolos sanitários referentes á pandemia do Covid-19.

Talvez lá estivesse alguém a representar-nos, mas as notícias que tive do Chile nada dizem sobre nenhuma presença portuguesa, tal importância lhe deram, se é que lá estiveram…

Ao acto, compareceram o Presidente do Chile, Senhor Sebastián Piñera e o Comandante em Jefe da Tercera Zona Naval, Contraalmirante Ronald Baasch, demais autoridades e outros convidados.


continuar a ler


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Comandante Jorge Ramalho

É uma história escrita a quatro mãos, com muito amor, carinho, reconhecimento e enorme saudade.
Como a sua filha Elsa escreveu para esta história, o Ramalho tinha “um grande sentido de humor cáustico, corrosivo, por vezes difícil de perceber… E era com esse sentido de humor que encarava as alegrias, tristezas, adversidades da vida e corriqueirices do dia-a-dia.”
Completamente a não perder.

Para ler aqui

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A seguinte é passada com um Nobre Comandante de uma muito amada companhia de aviação portuguesa, em pleno PREC.

Obrigatório ler...
Aqui.

Por favor,
amarrem os cintos...



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Uma grande lição de História


           Como, numa estadia, a minha tripulação e eu... recebemos uma inesperada Lição.

Numa visita ao Coliseu de Roma. Anos 80.

Leiam-na aqui


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E mais outra, também publicada recentemente e a não perder:

- uma Homenagem que presto ao

Comandante da 4ª Companhia de Comandos

Em Moçambique, 1968.



Ele há dias em que se combate, com as parcas aptidões de que somos servidos, colaborando, em simultâneo, com dois homens extraordinários.



Daqueles que já ficaram na História
Mas este é um tributo ao


Capitão Miliciano de Artilharia Comando

Horácio Francisco Martins Valente






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Navigare necesse est.

Vivere non necesse.







Fernão de Magalhães
iniciou há 500 anos a primeira
viagem de circum-navegação da História.

20 de Setembro de 1519
20 de Setembro de 2019


Neste blogue o dia 20 de Setembro de 2019 foi dia de
celebração e grande regozijo pela comemoração dos
500 anos do mais extraordinário feito
que qualquer português jamais fez.



Esta viagem, considerada um dos mais extraordinários feitos da Humanidade, se não o maior, concebida ao pormenor por Fernão de Magalhães que a realizou (e terminada pelo espanhol Sebastião de Elcano) foi uma epopeia cientificamente muito bem apoiada em sólidos conhecimentos náuticos.

Mas também uma magistral gestão de recursos humanos de quase 300 homens de várias nacionalidades submetidos às mais terríveis provações, sempre a navegar em 5 frágeis embarcações durante 3 anos.

Um manancial de aplicação de conhecimentos náuticos, de uso das cartas de marear mais perfeitas de sempre e de instrumentos de navegação recentemente inventados, melhorados e construídos em exclusivo para a viagem.

Muita espionagem pelo meio. Traições, motins, prisioneiros ilustres, execuções, tempestades, combates, doenças e até os gelos do extremo sul da Patagónia, assim chamada devido á grande estatura do seus habitantes que tinham uma "patas" enormes

Mas também todo um Mundo Novo que existia há muito e era completamente desconhecido. Gentes estranhas com quem era difícil comunicar. Animais nunca vistos. Plantas, frutos, alimentos deliciosos que pendiam de árvores exóticas.

O que seria de tudo isto se não se soubesse o que tinha acontecido, dia a dia… Se ninguém nos contasse…

Chamava-se António Pigafetta o homem que quis ver tudo e que tudo contou, ao longo de toda a viagem e até arribar 3 anos depois a Sevilha na nau "Victória", comandada pelo capitão espanhol Sebastião de Elcano, acompanhado de outros 17 sobreviventes.

Contou tudo num livro que, em 1525, foi publicado em Paris.


Começa assim o seu relato:


“Em Janeiro do ano da Natividade de Nosso Senhor de 1519 eu estava em Espanha, em Zaragoza, na corte do Sacro Império Romano do Imperador Carlos V (Carlos I de Espanha) e com a Corte me desloquei para Barcelona, em tão honrada companhia.

E foi graças ao Imperador e a outros eminentes Lordes que tive a bênção para tentar embarcar em tal promissora viagem, com várias cartas de recomendação".



E agora, 500 anos depois da partida de Sevilha, o Capitão General Fernão de Magalhães decidiu contar também, ele mesmo, a sua história.

E para que não haja omissões, sempre se passaram 500 anos… pediu ao António Pigafetta o acordo para usar as suas memórias.

Pigafetta viria a ser um dos seus mais próximos interlocutores nas noites de calmaria nos seus aposentos reservados da nau Capitana Trinidad,

Nessas noites em que o Mar Oceano, o Pacífico, parecia ter adormecido, o Capitão General e o António Pigafetta, sentados a uma mesa á luz de velas que ameaçavam permanentemente adormecer também, falavam horas a fio enquanto Enrique, o escravo malaio de Fernão de Magalhães, deitado numa esteira ali ao lado, esse sim, tranquilo, dormia a sono solto…

Foi assim que uma noite, já alta madrugada, Antonio Pigafetta convenceu o grande Capitão General a contar o que fizera, porque o fizera e como o tinha feito.

E esse relato, que pode aqui ser lido num exclusivo único, começa com um texto a que o Grande Navegador chamou “Como se fosse um prólogo” em que nos dá conta dos exaustivos preparativos de toda a sua extraordinária epopeia até à partida de Sevilha para San Lúcar de Barrameda, 

Este é o porto, já no Atlântico, onde se iniciaram todas as grandes navegações do Reino de Espanha e foi aqui que Fernão de Magalhães fez os últimos preparativos e mandou embarcar os mais frescos víveres, as vitualhas como então lhes chamavam.

E finalmente no dia 20 de Setembro de 1519 deu-se início à mais fantástica aventura da História da Humanidade!


A 1ª Viagem de Circum-Navegação da História 


Fernão de Magalhães tem em mente contar-nos tudo o que se passou a bordo e em terra, as mais estranhas terras que algum europeu já viram, nos locais e nas datas exactas em que as coisas aconteceram.

Por agora vamos então ler o que ele escreveu, em exclusivo para este blogue.

O texto:



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     Uma outra história aqui anteriormente publicada:

Tenente Humberto da Cruz e Carlos Eduardo Bleck. Loanda - Janeiro de 1931


É como uma colecção de cromos arquivados num álbum…
Uma História contada com alguma ligeireza, mas com toda a verdade possível.


ATT: 
Esta história foi ultimamente enriquecida com
bastante mais informação
e muitas mais imagens.


           Vale a pena relê-la...



Clique aqui para a ver noutra janela

(A todos os tripulantes da TAP dos Anos Dourados, vejam nesta história o Ano de 1912/Alberto Sanches de Castro. Vão gostar.)





E também...

Gloriosos “Malucos” de Máquinas Voadoras...


As mais extraordinárias ideias transformadas em espantosas máquinas que voam excepcionalmente bem e são de arrojada concepção e construção com recurso a tecnologia de ponta.

(Já com notícia e o vídeo do primeiro voo do Stratolaunch no dia 13 de Abril 2019)

Leia esta história mais abaixo, a seguir à...

"Carta do Marítimo de Olhão"









Pequeno extracto da História Ilustrada
dos Portugueses que Conquistaram os Céus:


O primeiro voo entre o Continente e a Madeira foi realizado no dia 22 de Março de 1921
com um Felixstowe F.3 pilotado por Sacadura Cabral e Ortins de Bettencourt,
tinha Gago Coutinho como  navegador e o mecânico de bordo era Roger Soubiran




Felixstowe F.3, 1922       








Felixstowe F.3 foi o sucessor do Felixstowe F.2.
F.3 era maior e mais pesado. Foi um hidroavião (concebido pelo Lieutenant Commander John Cyril Porte RN na Base Aérea Naval Inglesa de Felixstowe) utilizado na 1ª Grande Guerra.





Felixstowe F2A N4440 em Dundee, 1918_19



A base do design do F.2, o F.1, foi o hidroavião americano concebido por Glenn Curtiss que equipava a Base Aérea Naval de Felixstowe.

Embora o F.3 tivesse maior autonomia e maior capacidade de carga de bombas, os motores eram os mesmos do F.2 e por isso era mais lento e com menor manobrabilidade. Era disso que se queixavam os pilotos.

O protótipo do F.3 voou pela primeira vez em Fevereiro de 1917. Foram construídos mais de 100 modelos.



      F.3











A tripulação era composta de 4 elementos. Tinha um peso máximo à descolagem de 5.550kg, equipado com dois motores Rolls-Royce Eagle VIII V12 em linha, 345 hp (257 kW) atingia a velocidade máxima de 79knots, 145km/h, podia voar seis horas e levava quase meia hora para atingir 6.5oo pés de altitude…






     Gostou? Então para ler toda a história, clique aqui. Vai abri-la noutra janela


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O meu amigo Six, autor das mais belas imagens que conheço
da aviação de todos os tempos, deixou-nos nos primeiros dias de 2019.




O Six e o seu Wright Flyer III  numa composição gráfica minha




Com grande saudade, peço-vos que revejam aqui algumas das
aguarelas que me enviou e que compilei em 3 histórias.



Six... até um dia.




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               A célebre "Carta do Marítimo de Olhão"



Segundo a APOS (Associação de Valorização do Património Cultural e Ambiental de Olhão), "esta carta foi uma brincadeira escrita em segredo, salvo-erro num Carnaval, por uma rapariga (Etelvina dos Reis Nascimento) amiga de uma tal Francisca, de quem um jovem marítimo com pouca instrução se tinha apaixonado. Celebrizou-se em Olhão através de uma peça de teatro encenada por Joaquim da Silva Vaz (o "Vázinho")."

Existem várias versões, algumas levadas ao exagero na tentativa de tornar o texto popularucho, perdendo-se obviamente o carácter 100% "Olhanense" da cena em que se pretendeu congelar  a tipicidade das gentes de Olhão, sem as ridicularizar.

Não sendo de todo um Olhanense mas porque por lá vivi quase 30 gloriosos anos, este texto lembra-me o que de mais puro há nos genuínos Olhanenses. E conheci muitos...

Alguns jamais esquecerei...

Eusébio tinha uma traineira de pesca que foi obrigado a abater pela União Europeia.

Mestre da sua traineira da Culatra que levei num voo a Glasgow.

Tudo legal, com bilhete e tudo. Catering a condizer com bolinhos com o emblema do Benfica.

Como Comandante exigi que um dos bolos tivesse a bandeira do Sporting...

Eu a Comandar um B-727 da Air Atlantis, tripulação toda arregimentada: a Chefe de Cabina era a minha mulher e o Co-Piloto  o Papi que entretanto comprara a traineira ao Eusébio...

Um extraordinário baptismo de voo, para todos nós.




Pinto da Alemanha: uma força viva, muito viva, da natureza.

Fugiu de barco para a América nos anos 60, mas numa paragem em Hamburgo o barco foi por ali ficando avariado até que ele resolve desembarcar.

Quando deixou definitivamente a Alemanha, nos anos 80, casado há muito com uma senhora alemã, tinha sido o proprietário de um famoso Restaurante Argentino em Hamburgo!

Eu vi as fotos de todas as muitas celebridades deste mundo que por lá passaram.

Até o Frank Sinatra cantou lá com ele!

continuar a ler...



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Gloriosos “Malucos” de Máquinas Voadoras:



      Whit Knight One carrega o SpaceShip One (Scale Composits)
   


Estes aviões e foguetões são de construção relativamente barata, de uma eficiência ímpar e até já chegaram ao Espaço.

Uma deles até ganhou por isso o prestigiado Ansari XPrize no valor de 10 Milhões de Dólares.

O turismo Espacial esta quase a iniciar-se havendo já cerca de 700 bilhetes comprados. Um deles é de um português. Tinha de ser…

Uma história que vai valer a pena ler, profusamente ilustrada com belíssimas imagens.


Para ler aqui:

 1ª Parte - Os Pioneiros

2ª Parte - Virgin Galatic I

3ª Parte - Virgin Galatic II

4ª Parte - Stratolaunch

5ª Parte - Airlander

6ª Parte - Russian Reusable Space Vehícle





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ATT: A História sobre o Comandante Roxo foi actualizada com novos elementos
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Uma das últimas histórias aqui publicadas é uma monografia etnográfica original, dactilografada (numa máquina de escrever - já devem haver poucas...) pelo meu Pai, Álvaro Cavaleiro, em Quelimane, Moçambique, em Dezembro de 1956.


Está aqui contada em quatro blocos para mais fácil leitura.



Leia aqui “OS CHUABOS



Para saberem quem foi o meu Pai e o que fez em África, podem ler aqui uma muito breve biografia sua.


Mais a fundo, leiam a homenagem que lhe prestei neste blogue.



E para matarem saudades de Quelimane e da Zambézia,
vejam estes vídeos:












 - A Pastelaria Suiça fechou...

No já longínquo dia 26 de Abril de 1974 a Pastelaria Suiça foi palco de um inacreditável espectáculo de opereta/revista/zarzuela cujo responsável fui... eu. Para ler aqui.



 - Chegou a Beja o primeiro A380 português, da Fundação Mirpuri/Hifly

Imperdível! Não deixe de ler e ver esta história.












Nos meus primeiros 25 anos de vida tive o gosto de pertencer ao mundo das grandes viagens por mar.

Esta história serve como preâmbulo a uma outra, "A Muito Trágica História da nossa Marinha Mercante",

Toda a nossa gloriosa Marinha Mercante do séc XX com texto e imagens



- Veja agora aqui (nesta ligação) como a física explica a

Trivela de Quaresma.

Um brilhante artigo de Marta Leite Ferreira
em "O Observador" do dia 26 de Junho de 2018









E antes de passarmos à próxima história (os momentos iniciais, o primeiro contacto de todos, o arranque do meu curso como piloto da Força Aérea) vejam como foi de tal modo excelente a formação que recebemos que até permitiu habilidades como as que vos convido a ler na história:


"A minha não-largada em Piper Super Cub".


Mas antes coloquem os cintos porque o caso não é para menos...

A história pode ser lida nesta ligação 




- E agora sim, o que nos aconteceu no primeiro contacto oficial com "a tropa". Vejam só...

Leia a história aqui:






Logótipo do P1/62


(1º Curso de Pilotos da Força Aérea de 1962)


VCCs


(Velhos Como o Car****)


Esta história  é da autoria do meu colega de armas e amigo Luís Pacheco.



Divirtam-se... 




      



- Esta outra história é desconhecida mas actual.

Há-de pertencer à História.

Depois de todo o sofrimento desta gente...

Não deixe de a ler!


Os Madgermanes, meus irmãos.




Tão parecidos que nós somos...



No dia 24 de Fevereiro de 1979 o presidente da RDA (República Democrática da Alemanha, comunista, de Leste) Erich Honecker assinou em Maputo, com Samora Machel, presidente da República Popular de Moçambique, acordos de “amizade e cooperação” entre os dois estados.

O interesse era comum...




Madgermanes, meus irmãos!

 Moçambicanos falantes de Alemão e...
adeptos do Leipzig  FC!

Descubra porquê





Vamos então continuar esta viagem por este Rio abaixo...

   

Como se estivesse-mos na sonda Cassini a olhar atentos para os anéis de Saturno...






A história sobre o Comandante Francisco Daniel Roxo, uma das mais lidas deste blogue
como podem ver na coluna aqui à direita, já publicada em Julho de 2013,
foi agora completamente reformulada mais uma vez, com elementos
novos sobre a sua extraordinária biografia e correcções de factos.


Para a ver, clique aqui












R i o   d o s   B o n s   S i n a i s

Este blogue tem actualmente 150 histórias.
Divididas por 9 Capítulos.




Estatísticas da Google,
onde este Blogue está alojado,
sobre quem lê mais as minhas estórias.

Alguns números são surpreendentes...



     A média mensal de leitores do blogue ronda os 3000 




O PLÁGIO:

À atenção dos navegantes:


Navegar é preciso.
Mas com cuidado...


Uma história deste blogue, "O Resgate do Tenente Malaquias
foi flagrantemente plagiada num livro recentemente publicado.

Veja aqui toda a história deste plágio


Já agora... a história em causa foi recentemente actualizada com o testemunho de um dos intervenientes, Borges Ferreira, que corrige erros e fornece novos dados que eu desconhecia.

E uma foto.



NOTAS:


> Para ler as histórias do blogue clique  nas ligações.

> No separador   "Capítulos",   no topo da coluna, à direita, escolha o tipo de outras histórias que queira ler.

> Em qualquer altura que queira voltar a esta página, no separador "Capítulos" clique em "Página Inicial".

> Nesta mesma coluna da direita tem acesso fácil às histórias mais lidas no separador  Mensagens populares”.

> Para ver todas as fotos de uma história isoladamente e em sequênciaclique em qualquer foto.



Desculpem mas…
 
•    Este blogue está escrito em grande desacordo com o novo "acordo" ortográfico.
•    E por vezes em algum desacordo com o Antigo Acordo, também.
•    Pois... Acontece.

    
 
























Como Guineense, não podia deixar de escrever
uma breve história sobre a Guiné (portuguesa).

Socorri-me de várias fontes mas principalmente
do Blogue "Luís Graça & Camaradas da Guiné",
a quem agradeço a muita informação.

Mais abaixo indico o endereço deste Blogue.



Para ler aqui:
Breve História da Guiné Portuguesa
(a terra onde nasci)













Logo a seguir poderão ler uma breve descrição do que era e no que se transformou a primeira
Capital da Guiné: BOLAMA





.





E imediatamente depois, um episódio surpreendente
passado em Bolama na primeira metade do Séc XX.

Não percam...  "O Memorial"


Foi escrito e ilustrado pelo meu amigo e colega aviador  Gonçalo Inocentes (Matheos) 

"Quando em Bolama encostado às grossas correntes que circundam o Memorial imaginava coisas de aviadores mas muito longe estava do que na realidade aquele bloco de pedra representava".







Terminada aqui a história do Gonçalo Inocentes, deu-me para pesquisar sobre o outro "raid" do malogrado aviador italiano aos Estados Unidos referido na história que acabam de ler.

E encontrei um documento sobre a passagem da outra Esquadrilha de Italo Balbo pelos Açores no regresso a Itália.

Chamo a atenção de que se trata da transcrição integral de um texto do Museu Carlos Machado de Ponta Delgada referente a uma exposição ali realizada em 2013
Para ler a história, click nesta ligação.





Já agora, e porque se contou aqui uma grande história de Hidroaviõesvale a pena ver o que se passou em Moçambique, há muitos e muitos anos com outro tipo de Hidroaviões, no blogue "houseofmaputo" onde também se podem matar saudades daquela fantástica terra. 
Grande história esta, não deixem de ler...





Há mais uma história publicada sobre os avião que voei, em Linha Aérea.


Que voei na TAP e nas Aerolíneas Argentinas






Uma Vida no Ar

A breve foto-biografia verídica de um dos Comandantes mais estimados por todos os tripulantes da TAP.

De uma ponta à outra dos muitos aviões que voou.


A do meu "irmão":


Uma brincadeira minha em Photoshop
     
            Para a ver  clique aqui >  Comandante Luís Vieira da Silva
            Bons voos...






Um episódio verídico durante a Ponte Aérea para Berlim em 1948/49:
















A cidade de Berlim foi bombardeada com mais de 21 toneladas de doces durante a Ponte Aérea.


E tudo por causa de duas pastilhas elásticas...

Para ver aqui neste link.













Entre as mais de 140 histórias aqui já anteriormente publicadas,
sugiro-lhe que leia hoje esta:

A Ponte Aérea de 1975






Passaram mais de 40 anos mas é como se tivesse sido ontem.

Pelo menos para quem sofreu e muitas vezes lutou arduamente para sobreviver e proteger a família.


“Durante a ponte aérea, não havia programação de voos os aviões chegavam, abasteciam-se e partiam, foram períodos de uma tensão a raiar os limites de ser suportada”.

 Gonçalves Ribeiro, Alto-Comissário para os Refugiados.

 Para ler agora nesta ligação







« O meu inimigo vestido de branco »


Uma história difícil de contar...

Não é ficção. Foi mesmo assim!




Um T6 do SIX em pleno voo   


Como nos filmes...

As balas levantavam tracinhos de poeira
à distancia que eu queria do homem.

 Sem o atingir.

Por agora...




Era um homem alto, esguio,
asseadamente vestido.
De calças compridas e
camisa dentro das calças.

Cinto, sapatos e tudo.

Uma elegância!

 Todo vestido de branco!



Para ler aqui nesta ligação














Não deixe de ver também aqui este
Álbum de Fotografias do nosso F-16



Algumas imagens foram "trabalhadas" por mim com recurso ao Photoshop.

Com as minhas desculpas ao Paulo Mata, autor das belíssimas fotos.

No final da Exposição tem um link para voltar à Página Inicial. Assim não se vai perder...








E também:
"Os Hangares do Six"














Onde ele guardou as suas magníficas obras.

São aviões com alma!

A arte de contar primorosamente a história efabulada de magníficos aviões.




Hangar I –   Preâmbulo e Primórdios da Aviação 
Hangar II – Os Aviões da I Grande Guerra e não só
Hangar 6 –  O Hangar dos aviões da TAP  


No Capítulo «  Linha Aérea e outros voos »







Os meus distintivos:



Da Força Aérea e da Aviação Civil







Foto minha no Paláio Nacional da Ajuda




A história do T-33





1ª Parte - a génese do avião





 




 

 

2ª Parte:

 

 

 

 

 

 

 






« História da Photographia »







A fotografia, a magia da reprodução perene de uma imagem numa superfície

> No Capítulo:

" Pedaços de Vida "






«A Câmara Obscura de Abelardo Morell»















As fotografias de Abelardo Morell feitas com o auxílio da técnica da camara obscura

> No Capítulo:

" Pedaços de Vida "











São fotos absolutamente...  imperdíveis!




                      > no Capítulo: "Álbuns de Fotografias"






«A Odisseia do Alfa Pendular »










Uma viagem alucinante num comboio que toma para si o destino de quem devia servir



          > no Capítulo: "Pedaços de Vida"







 
Com atenção e alguma sensibilidade conseguimos unir o tempo de agora
ao tempo em que iremos olhar pra trás e saber que foi bom ter existido
em certos lugares

                      > no Capítulo: "Pedaços de Vida"






«No dia em que corrigi a Boeing» 

Falha de Hidráulicos em Ponta Delgada - B 727


Quando certas coisas acontecem à pessoa certa
no momento certo, só pode ser interferência Superior.

Acho eu... E eu estava preparado


> no Capítulo: " Linha Aérea "   









História do B 747

 

"Ridiculously easy to fly ... It is a pilot's dream!

Really a nice airplane to fly"


> no Capítulo: "Linha Aérea" 












Uma missão que começou mal mas que graças a uma tripulação fantástica,
acabou em beleza



 > no Capítulo: "Linha Aérea" 






Eu e o Boeing B 727 - na TAP



 







O avião que foi a minha Escola de Comando de Linha Aérea mas também uma Sala de Aulas como Instrutor que fui, em Simulador e...


> no Capítulo: "Linha Aérea    " 

                

 

 

 

 

 

 

Vivenda Victória   


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Vivenda Victoria é um palacete em ruinas que nos últimos anos foi morrendo para grande desgosto de muitos que diariamente a vêem já que fica na...

 

 

 

 

> no Capítulo: "Álbuns de Fotografias"





 

 

 

 


 






Em 1956, após o grande sucesso comercial com o B 707, o grande senhor do início da era do jacto, a Boeing decide conceber um novo avião que pudesse operar em pistas de menores dimensões, explorando o mercado de curto e médio curso.


> no Capítulo: "Aviões que voei"













Os primeiros 10 AT-6 chegaram a Portugal em 1947.
Destinavam-se à instrução de pilotos da AM, Aeronáutica Militar, um organismo do Exército.
Tiveram como origem o  “US Surplus”  o departamento do Estado Americano que geria a cedência de aviões excedentários aos Aliados após a 2ª Grande Guerra.
Recebemos outros 10 em 1948, 4 em 1949 e 4 em 1950.

 > no Capítulo: "Aviões que voei"












O nosso envergonhado Túmulo do Soldado desconhecido




Para homenagear aqueles que em combate deram as suas vidas e que anonimamente repousam para sempre, sendo um exemplo de sacrifício para que outros possam viver em paz e segurança, foram criados espaços mais ou menos elaborados, com maior ou menor ênfase no cerimonial, com maior ou menor empenho na atitude de respeitar quem se homenageia. 


 > no Capítulo: "Guerra do Ultramar e não só"








Bacalhau com Dóris


Aqui se conta como foi..."A pesca do bacalhau na Terra Nova e Gronelândia" ( Com dóris ).
Fala-se também no minucioso relato que fez disto tudo o Comandante Alan Villiers no seu empolgante livro:


"The Quest of Schooner Argus"



> no Capítulo: "Outras Navegações"




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  ...para ler neste blogue

 

 


 

«Além disso, o que a tudo em fim me obriga

É não poder mentir no que disser. 

            

Porque de feitos tais, por mais que diga,    

Mais me há-de ficar inda por dizer»


                                     Camões, Os Lusíadas, Canto III, Estância 5

 

 

 

 

 ------------   Boa leitura!   ------------

 

 

 
Foto obtida no Facebook - Desconheço o autor, as minhas desculpas

     

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    Um belo Junkers JU-52 numa aguarela do meu Amigo SIX. 






Podem não acreditar mas eu voei este JU-52, o 6311,  na Base Aérea Nº5 em Monte Real entre os dias 24 de Julho e 17 de Novembro de 1964  enquanto voava simultaneamente o F-86... na foto aqui ao lado.







Um JU-52 que ainda hoje voa, o da Lufthansa:


















   Mantovani, Ramalho Eanes, Malaquias e Aidos

A história sobre o
 Um a história de vários heroísmos, que marcaram a minha geração, no Capítulo "Na Guera do Ultramar 1967/1969", foi publicada em 10 páginas no número 52 da:

Revista da Associação
da Força Aérea





   Combatia as insónias com o relaxe da pesca...








Um dos Heróis que resgatou o Tenente Malaquias,
o Carlox Félix, o Felinhos de Paranhos, morreu
no dia 17 de Novembro 2014 às 9 horas da manhã.


 


Sabia que ia morrer e recusou outros cuidados que tentámos proporcionar-lhe.

Descansa em paz que bem mereces... 

 

Num email que me mandou e que transcrevo por completo na história do Resgate do Tenente Malaquias, havia uma mensagem para o Lobo, Piloto do Helicóptero que efectuou a missão.

Às tantas disse:

 


« …lembras-te?


Com tantos tiros dos aviões a darem-nos cobertura, tu aos zigzagues com medo que atrás das medas de capim estivesse alguma anti-aérea e eu aos saltos para entrar no Héli.


Parecia O VIETNAM.


Com pouco mais de 20 anos tínhamos que estar preparados para a Guerra, a geração de hoje com 20 e muitos ainda estão com RSI! »

 


 

 

  E muito a propósito,

um vídeo para meditar:
- Como a memória é preservada em alguns lugares...


Um momento de verdade


 Para ver em écran grande

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Outras duas histórias deste blogue foram também publicadas nos últimos números da

Revista da Associação da Força Aérea


A saber:

« Alferes Rica »



no Capítulo "A Minha Força Aérea"

 É uma Homenagem a um jovem Camarada prematuramente perdido

Foi em sua memória que a escrevi



E também:


« De T-33 pela Europa fora até à Bélgica e volta »

Quisemos dar dois nós aos Yankies. Demos um...


no Capítulo "A Minha Força Aérea"




O grupo COFINA, por sua vez

 

embora não fazendo nenhuma referência a este Blogue,

 

publicou no Correio da Manhã e na revista Sábado, num projecto editorial de "Autores e Verso da História" um conjunto de 8 livros sob o lema "Descolonização".

No volume, dedicado à Ponte Aérea, incluíram parte da minha história:


« A Ponte Aérea de 1975 »


Sobre os dramáticos dias do início da descolonização portuguesa 


no Capítulo "Linha Aérea e outros voos"



No 60º aniversário da fundação da Esquadra 201, aquela Unidade da Base Aérea Nº 5 em Monte Real, Leiria, reactivou a publicação da Revista KIAK. E nesse número comemorativo incluíram as seguintes histórias deste Blogue:

  • Os Cavaleiros Guardiões do Império
  • Alferes Rica
  • Falha de motor á descolagem em F-86
  • Luz do óleo acesa em F-86
  • O dia em que voei mais rápido que o som


Todas estas histórias estão incluídas no Capítulo "A Minha Força Aérea"


NOTA: Eu pertenci à Esquadra 51, agora 201, a Esquadra dos F-16, entre 1964 e 1967.

              Pertenço... pois sou um Falcão! 

             E agora sou "Falcão de Ouro", distinção com que fui agraciado em 2019!

              KIAK!!





  Opera de Sidney




 





NOTAS:

 

Resolução de écran:


Por vezes as resoluções de écran dos vossos monitores poderão não coincidir com as minhas e as imagens não aparecerem correctamente.

Tentem aumentar ou diminuir o tamanho da "página" que estão a ver usando as seguintes combinações de teclas:

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Imagens deste blogue:


Todas as imagens/fotografias aqui publicadas fazem referência ao seu Autor, quando consigo identificá-lo.
Mas são quase todas publicadas com um toque meu de Photoshop...





Logótipo 


O Logótipo deste Blogue, símbolo que eu criei, representa a miscigenação de culturas que enforma a nossa matriz:

Cristã a Cruz de Cristo (Cruz dos Templários, das velas das Caravelas e da Força Aérea Portuguesa).

Judaica a estrela de David (a presença dos Judeus na Península dá-se a partir do Século VI. Exerceram enorme influência em Portugal e Espanha de onde são expulsos sucessivas vezes).

Árabe o Crescente da Lua Nova (Conquistadores da Península Ibérica no Século VIII e construtores de alguns Castelos que nos deixaram, além de uma Cultura ímpar).




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